OS 10 MANDAMENTOS DO BRINCAR!

As crianças precisam brincar muito para que se tornem pessoas melhores e mais saudáveis nas próximas etapas de suas vidas.
Nosso post hoje é para você poder pensar sobre a importância do brincar para o desenvolvimento de seus filhos.

Brincar é importante por que…

1. Combate a obesidade, o sedentarismo e desenvolve a motricidade. Meia hora de pega-pega e amarelinha consome, respectivamente, 224 e 135 calorias.

2. Promove o autoconhecimento corporal. Correr, pular, cair, levantar… Ações que auxiliam a criança a se perceber e conhecer seus limites e potenciais.

3. Estimula competências sócio emocionais. A brincadeira é uma necessidade biológica que ajuda a moldar o cérebro e que, nos diversos contextos, fortalece as relações sócio afetivas, explorando aspectos como autocontrole, cooperação e negociação.

4. Gera resiliência. Esta é uma das mais importantes habilidades para se viver. A frustração de perder um jogo ou de o colega não querer brincar do jeito proposto pela criança irá ajudá-la a se adaptar a uma realidade inesperada, administrando melhor as decepções.

5. Ensina o respeito ao outro. A criança aprende a ouvir, a relacionar-se, aceitando as diferenças.

6. Desenvolve a atenção e o autocontrole. Montar um quebra-cabeça ou empilhar blocos é um desafio que, a cada vez, será resolvido de um jeito melhor. Esse aprendizado é uma ferramenta para superar vários desafios na vida.

7. Incentiva o trabalho em equipe. Os jogos e brincadeiras coletivos são verdadeiras escolas de convivência, cooperação, respeito, trocas, limites, essenciais à vida e ao mundo do trabalho.

8. Estimula o raciocínio estratégico. Jogos com regras criam impasses que são vencidos por meio da análise, da argumentação, do momento certo de agir, da avaliação do resultado. Os erros servirão como ponto de partida para novos acertos.

9. Promove a criatividade e a imaginação. Baldes, potes, caixas nas mãos de uma criança se transformam em robôs, aviões, pessoas, casas. Por isso, estimular a criatividade com objetos simples traz mais ganhos à criança do que com brinquedos prontos e caros.

10. Estabelece regras e limites. A criança aprende a respeitar o espaço e o limite do outro, lidando com regras, questionando-as para entendê-las ou para sugerir mudanças, postura essencial para viver pro ativamente na sociedade.

A humanidade só será melhor se cuidarmos da Primeira Infância

Esta afirmação permeia todo o filme “O Começo da Vida”, seja na voz das famílias, seja no depoimento de especialistas. Este post traz uma entrevista exclusiva com a Doutora Vera Cordeiro, que também aparece no filme. Aqui ela explica porque essa verdade deve fazer parte de nosso cotidiano, se quisermos um futuro melhor para o mundo e para o País.
Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal – No filme “O Começo da Vida”, você faz uma pergunta que provoca certo “incômodo”: Como pensar em um mundo de paz, se o começo da vida não é levado em conta?
Vera Cordeiro *– É exatamente isso. Não tem como construir um mundo melhor sem uma família, um capital humano que ajude a criança a se desenvolver. Por isso, cuidar só da criança não é o suficiente. A família precisa de um suporte para que possa cuidar dos seus. Ela precisa ser saudável e isso tem a ver com a autoestima, entender o que cada membro da família está vivendo, seus limites e potenciais. Quando falamos em saúde, temos de olhar o todo, ou seja, educação, assistência social, tudo integrado. Nós não podemos nos esquecer de que a família é um agrupamento humano que se relaciona com a comunidade e com o país, ou seja, tudo o que acontece nesses âmbitos atinge o núcleo familiar.
FMCSV – Isso significa que os profissionais que atuam diretamente com a criança precisam estar mais atentos à família também.
VC – Mais que isso. Eles precisam olhar para a família sem julgamentos, procurando entender qual a sua dinâmica, como são os seus arranjos, identificando os valores que regem essa pequena comunidade para poder dialogar melhor. Bater nos filhos, por exemplo, é algo comum em muitos lares como uma forma de estabelecer limites. Se um pai ou uma mãe age assim, provavelmente está reproduzindo o que experimentou na própria infância. Taxá-lo de violento não contribui em nada. Se o profissional estiver disposto a ouvir e entender o que leva um pai ou uma mãe a bater, sem julgar, também poderá ajudá-lo a encontrar outras formas de educar a criança sem o uso da violência física. Nós não podemos impor os nossos valores a outras famílias.
FMCSV – Quais mecanismos os profissionais podem usar para acolher essa mãe, esse pai?
VC – No caso das mães, é importante que conversem com outras mães, que convivam, troquem ideias, experiências, dúvidas. Por isso, criar grupos é muito importante e uma dinâmica já utilizada por alguns programas sociais e ONGs. Se a mãe percebe que não está sendo julgada, mas compreendida, ela se abre e pode mudar o comportamento com seus filhos. Outra estratégia essencial é visitar a família, fazer um diagnóstico para saber como ela vive, com quem conta, quais recursos tem na comunidade (vizinhos, amigos). O entorno pode ser um apoio à criação dos filhos.
FMCSV – De que forma a sociedade pode cuidar melhor da criança?
VC – A nossa sociedade é muito desconectada. Uns com os outros e os indivíduos com os próprios sentimentos. A necessidade do ter é a base de nossa estrutura social. O indivíduo se desconecta dos próprios sentimentos e quer educar outro ser. Como é possível acolher a raiva da criança se ele não sabe lidar com a própria raiva, por exemplo? Primeiro temos de mudar a nossa forma de ser e estar no mundo para depois transformar as famílias, a sociedade, e, finalmente, cuidar da criança. No nosso país, a cidadania é exercida através do voto. Em muitos países há uma participação mais solidária, as pessoas se organizam em grupos para enfrentar os problemas juntos. A sociedade brasileira precisa mudar. Ela precisa ser mais pulsante.
FMCSV – Como estabelecer uma relação com a criança para que esse cuidado aconteça naturalmente e cotidianamente?
VC – Precisamos desenvolver uma cultura mais empática. Entender os sentimentos chamados de negativos, que precisam ser conhecidos pelos cuidadores para que criem espaços afetivos que acolham a criança. O papel das famílias, dos cuidadores é ajudá-la a traduzir suas emoções. Se a criança for repreendida o tempo todo, ela não poderá se tornar afetiva e amorosa. É importante que o adulto seja permeável à alegria da criança, se deixe levar pelo sorriso encantador dos pequenos, para que ele faça eco e desperte a criança que existe dentro da gente. Dessa forma é que acontece a conexão com a criança e que ela se sente cuidada. Não é só ela quem ganha com isso, porque a criança é a energia solar dos adultos. O convívio com ela deve ser percebido como um dos momentos mais importantes de nossas vidas.
*Doutora Vera Cordeiro é fundadora e Presidente do Conselho de Administração da Associação Saúde Criança. Graduou-se em 1975 como médica clínica geral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. De 1978 a 1998, trabalhou no Hospital da Lagoa. Dra. Vera é fellow da Ashoka, líder da Avina, Empreendedora Social da Schwab Foundation e da Skoll Foundation. Membro do Conselho Mundial da Ashoka e membro honorário da Academia de Medicina do Rio de Janeiro. De 2005 a 2011 foi membro do conselho do PATH: A Catalyst for Global Health.

Vamos passar por um grande desafio na retomada!

Vamos precisar de todos!

A retomada das atividades presenciais nas escolas vai demandar um reforço ainda maior do nosso senso de comunidade.

Estamos atravessando um momento nebuloso. As nuvens tem se movimentado e, por alguns instantes podemos pensar que elas estão indo embora, mas elas tornam a ocupar o espaço e deixar novamente nossa visão turva.
A retomada das atividades presenciais na escola vai demandar muita atenção a desafios que podem se apresentar.

Pode ser que as crianças manifestem o que podemos chamar de “efeito não é a mamãe”.

Elas passaram muito tempo em casa, com uma nova rotina, com a família. E certamente haverá um estranhamento neste retorno ao espaço escolar.
Neste período de isolamento, fomos investigando formas de manter o vínculo com as crianças. Uma delas foi a conversa mediada por telas por meio de vídeos educativos e aulas ao vivo. Vimos nisso um paradoxo, mas acreditamos que devemos olhar para este fato com temperança.
Em um mundo pré-pandemia, uma vivência atípica, que foge dos padrões do dia-a-dia da escola, sempre fomos grandes defensores de que crianças pequenas tenham nenhum contato com telas, mas na realidade em que estamos as famílias precisam lançar mão deste recurso como apoio para realizar tarefas cotidianas e aprender.

Aconselhamos as famílias a buscarem equilíbrio e estarem presentes quando estão com as crianças, respeitando o ritmo e desejo de cada um, sem negligenciarem o momento de estar com elas. Estejam integralmente presentes, acompanhando as aulas e participando junto.
Quando estas crianças voltarem para a escola, todo esse acúmulo virá com elas.

E como não fazer da escola um lugar de extensão da interdição? Este é um desafio imenso. As crianças pequenas não vão compreender a necessidade do isolamento.
Como dizer que elas não podem se tocar? Se abraçar? A saída está em medidas de higiene e cuidados que sempre foram o ponto de partida para prevenção de doenças contagiosas. Lavar as mãos é fundamental, trocar o sapato na entrada da escola, passar álcool gel várias vezes ao dia são essenciais.

As máscaras não são recomendadas para crianças com menos de dois anos e as maiores deverão usar e trocar o acessório a cada duas horas.
Já estamos tomando iniciativas que buscam refletir sobre a retomada no sentido pedagógico. Já existem planejamentos que atendam as crianças que não voltarão às aulas presenciais neste primeiro momento.
A principal questão para a retomada envolve a criação de um “pacto coletivo de respeito pelo outro e também pela vida”.
Entendendo a escola como o lugar do comum e do coletivo, vamos precisar de uma conversa instrutiva, para entender a configuração da escola como grupo e pensar as corresponsabilidades para este retorno. O desafio está no fato de que talvez não seja possível fazer isso sem ser invasivo.
Pouco se sabe – mesmo no universo da medicina – sobre as possíveis soluções. A ciência também tem acompanhado a dinâmica intensa das mudanças que estamos vivendo.

Por isso é importante compreender que os entendimentos que temos hoje são compreensões possíveis de se ter hoje. E amanhã pode ser que aconteça um fato novo que vai trazer novas evidências e mexer no pouco que sabemos.
Hoje, sabemos que é preciso higienizar as superfícies a cada contato e também brinquedos e objetos em geral. As chupetas devem ser higienizadas constantemente com água e sabão, mas esta pode ser uma grande oportunidade para abandonar o hábito.
Hoje, também é possível afirmar que as crianças são pouco impactadas pelo vírus. Elas transmitem pouco e não são bons vetores. No entanto, elas podem contrair a doença e sim, elas são transmissoras do vírus. Ou seja, as crianças também precisam estar envolvidas neste grande pacto coletivo que hoje diz respeito a medidas de isolamento e, em um eventual retorno.
A lista de novas regras vai causar estranhamento e o esforço para preservar os combinados será grande. As regras são chatas mesmo. E no começo vai ser difícil. Mas depois, as regras que fazem sentido se tornam hábitos.

Para isso, contamos com o apoio e a ajuda dos pais Villa Kids para anemizarmos este retorno, para que nossa vivência seja a melhor possível!

Mas o mais importante disso tudo, é que finalmente poderemos nos reencontrar!

@villakidsescolainfantilsustentavel

Neste momento, nossas crianças precisam de amor e segurança emocional!

O isolamento social  tende  a  revelar e  potencializar dificuldades na convivência e  no cotidiano.  As recomendações  para lidar  com  o  momento  dependem  da  idade  das  crianças  e  das  configurações particulares de cada família. É muito importante as crianças terem uma rotina e as videochamadas são importantes para manter vínculos com familiares e com a escola.

A surpresa e  a incerteza não são exatamente duas novidades para quem tem filhos.  Quando chegam, bebês e crianças nos  apresentam a necessidade de viver mais  o presente  e fazer planos de curto prazo. No entanto, as medidas  de  isolamento  em  função  da  pandemia  do  Coronavírus  e todos os cenários possíveis   para   o  próximo   período   projetaram  os  nossos  entendimentos  de  dúvidas,  surpresas  e incertezas  para  um  novo  patamar.  Fomos  pegos  de  surpresa  e estamos isolados há meses. Então, é normal que estejamos enfrentando dificuldades com a rotina e com a convivência.
A realidade deste momento depende da idade das crianças e de como cada família conseguiu encarar o que   está  acontecendo.  O  isolamento  está  nos  fazendo  pensar em  tudo  o  que  já  vivíamos  antes  e provocando  uma   revisão  de  tudo  o  que   pensávamos.  É  importante   estarmos    atentos  a  como  a criança está respondendo. Diante disso, avaliar o que pode ser feito  e que batalhas valem a pena.  Neste período,  é importante sabermos quando é preciso ser mais  “permissivos”,  mas  que  a  criança  precisa, fundamentalmente, de segurança emocional.
E  nesse  sentido,  a   culpa  é  uma   vilã.  Não  podemos  ter  culpa  de  dizer  não,  mas  também  não é interessante  dizer sim para tudo, porque a rotina é muito importante para a segurança emocional deles. Inclusive,  neste momento,  eles  estão  também  aprendendo:  que  estão  em casa, mas os pais não estão todo tempo disponíveis, que precisam esperar que mesmo em casa, existe algum ordenamento.
Recomenda-se  que  as  famílias  criem  rotinas  e  estabeleçam  momentos  de  convivência,  a partir de combinados  e  códigos.  Com  as crianças mais velhas, os combinados falados e escritos funcionam,  mas com  as  mais  novas,  códigos  visuais  com  cores  e  desenhos  podem  funcionar melhor. Ela explica que é  saudável  a  criança  reivindicar  atenção  e estar confusa.  O lugar do adulto é apoiar o acolhimento e o ordenamento da realidade.
Negar esta realidade não é uma boa opção.  Se  a  família  não  conversar  com  a  criança, ela pode ficar ainda mais desconfiada,  confusa e insegura.  Fazer de conta que o vírus não existe gera um mal-estar.  O modo  de  lidar  com  isso  também  depende da idade da criança e de como a família quer enfrentar. Mas algumas  soluções  possíveis  são desenhar, trabalhar com outras linguagens, brincar e sempre responder de acordo com o que a criança apresenta, pois ela dá uma medida do entendimento dela.
As  vídeo-chamadas  estão  no  campo  do diálogo e  também no âmbito do  “viver o possível”.  Antes da pandemia,  éramos  todos contra a exposição excessiva às telas.  Hoje,  precisamos  compreender  que  os vídeos são  a  linguagem  possível  para  que  as  crianças  mantenham  o  vínculo emocional com pessoas significativas.  Para ela,  isso  se  aplica  tanto  às  conversas  com familiares, quando às conversas com as professoras e educadoras da escola.
Certamente,  haverá prejuízos, mas também precisamos olhar para ganhos que as crianças estão tendo neste momento, como  por exemplo a convivência  com  os  pais  de  uma  forma  que muitas certamente nunca  tiveram.  Há  perdas,   mas  as  crianças  recuperam   isso   muito  rápido.  Inclusive,  com  a  base emocional  que  estão  ganhando  em  casa  neste  momento,  estarão fortalecidas para resgatar qualquer possível  perda.  Além  disso,  estamos  todos  juntos  atravessando este momento.  Veremos  uma  saída coletiva, com certeza.
Estamos  em  um  momento em  que  as  crianças  começam  a demonstrar mais cansaço e apatia.  Nós adultos também estamos assim, então é comum que as crianças também estejam. Acredito que a melhor saída  seja  observar e  ver  se esta apatia perdura.  Qualquer análise deve ser feita no tempo:  Às vezes  a criança  está  apenas  cansada ou tem um ganho secundário com o mau humor ou é apenas algo daquele dia.  Mas  uma criança de até sete anos por mais de uma semana  em comportamento  atípico  que  traga prejuízos escolares, emocionais e familiares talvez esteja precisando de ajuda.
Nós da escola também estamos  disponíveis  para  apoiar  as  famílias  neste  momento.  Não  com  um atendimento especializado,  mas como  é  em outros momentos, em que ajudamos a reconhecer as fases que oscilam e  os  estados das crianças.  Podemos  ajudar oferecendo encontro  ou  conversa  que  possa ajudar a tirar as crianças de uma solidão ou tristeza.  A  escola pode ajudar,  porque tem  uma leitura do comportamento prévio da criança antes desta situação.
Em um breve retorno, acreditamos que  as crianças irão enfrentar uma série de desafios de adaptação, parecidos com o que acontece em um novo ano letivo, mas se os pais estiverem tranquilos, transmitirão segurança  a  esta  criança.  Se  estiverem  inseguros,  a  tendência  é  esta criança  também  ter  algumas inseguranças.
Além  de  manter  a rotina,  dialogar,  trabalhar os vínculos importantes para as crianças e  estabelecer códigos de convivência,  também é um momento de muita incerteza. Temos que lidar com ele,  entrando em contato com as dores e admitindo  os sentimentos que temos.  Somos humanos  e temos sentimentos ambíguos  e  controversos.  Como  estamos em  um momento muito incerto,  temos  que  fazer  planos de curto prazo com objetivos alcançáveis, para não nos frustrarmos ainda mais. E muita calma. Estamos em uma situação inusitada e não temos como saber nem controlar nada.

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hidratação das crianças

8 dicas para garantir a hidratação das crianças

A desidratação é tão comum nessa época de sol, verão e calor e atinge principalmente os pequenos, mas pode ser evitada com uma boa alimentação e com a ingestão de líquidos adequada. Além de água, pode-se ingerir sucos, chás gelados e água de coco.

A Villa Kids preparou 8 dicas bem importantes para estimular a hidratação das crianças:

1. Ofereça líquidos para as crianças, mesmo que elas não peçam;

2. Para chamar atenção, use copos, garrafinhas e canudos atrativos e coloridos;

3. Faça cubinhos de suco de fruta ou água de coco;

4. Aromatize a água com gotas de limão, de laranja ou folhas de hortelã, ela fica ainda mais refrescante;

5. Ofereça água de coco de vez em quando;

6. Faça saladinha de frutas e sanduichinho natural, são leves e saudáveis e as crianças ainda podem ajudar na preparação;

7. Prepare picolé caseiro de fruta, é só bater a fruta pura ou com um pouco de iogurte natural, colocar em forminhas, espetar o palitinho e colocar no freezer, dentro de algumas horas estará pronto. Fica uma delícia e garante um momento de diversão com as crianças;

8. Aposte em frutas com água em abundância como melancia, abacaxi e melão, elas são importantes fontes de energia e água para os pequenos.

O tempo quente é um dos responsáveis por doenças como diarreia, gastroenterite e desidratação, e a melhor maneira de zelar pela saúde dos pequenos, é mantê-los hidratados.

10 diferenciais dos espaços pedagógicos da Villa Kids

Pensa você no trabalho e seu filho na escola, em contato com elementos naturais, recebendo estímulos sensoriais, criativos, artísticos e de raciocínio lógico. Esta é a premissa da Villa Kids: oferecer espaços pedagógicos com recursos naturais, brinquedos e materiais que ajudam a criança a desenvolver seus recursos motores, dominar seu corpo e suas potencialidades.
Conheça o que está presente em nossas salas de aula e nos pátios:

1. Ambientes desafiadores, que auxiliem as crianças a desenvolver seu potencial criativo e sua autonomia;
2. Presença de elementos naturais, como madeira, conchas, tecidos, pedras, gravetos, areia, terra e horta;
3. Brinquedos e materiais que estimulam a criatividade;
4. Cantinho com jogos que ajudam no raciocínio lógico e na memória;
5. Brinquedos como bonecas, carrinhos, panelinhas, cozinhas para fantasiarem a vida real;
6. Espaço de artes com múltiplos recursos;
7. Elementos que encorajam ao desafio, como rampas e escadinhas, tudo com a maior segurança;
8. Mobiliário que ajuda a criança a desenvolver seu movimento livre e estimula seus recursos motores;
9. Espaços para correr, se divertir, fazer castelo de areia e vivenciar este mundo brincando;
10. Professores e profissionais que se inspiram nas abordagens de educadores como Emmi Pikler e Reggio Emilia.

Projeto Verão – Férias com muita diversão na Villa Kids

Imagine seu filho se divertindo com brincadeiras e atividades que proporcionam o convívio e despertam a criatividade. O Projeto Verão da Villa Kids é bem assim: alegre e cheio de movimento. Nos meses de janeiro e fevereiro as crianças de todas as turmas participam das atividades de lazer adaptadas para cada faixa etária. São histórias, músicas, piquenique tropical, bolha de sabão gigante, esculturas com argila, banho de piscina e de mangueira, visita dos pets das crianças e um delicioso almoço em família. Tudo que as crianças adoram para curtir e aproveitar o verão.

Passeio Villa Kids 2019!

Bate-Papo sobre o desfralde!

 

Com a aproximação do verão, muitas famílias, além de programar as férias, também estão planejando acompanhar um importante momento do desenvolvimento de seus filhos: o desfralde. Mas, será que a criança está preparada? Quais são os principais sinais que devemos observar? Pensando em auxiliar as famílias nessa etapa, a Villa Kids convida para um bate-papo, nesta quarta-feira, dia 23/10, às 18h, com a psicóloga escolar Patrícia Stefanni. Embora a escola acredite que o desfralde é um processo totalmente individual e que depende do tempo de cada criança, trocar informações fortalece a família e contribui para que todos vivenciem esta etapa com tranquilidade e afeto. Aqui na Villa Kids, por exemplo, sempre aguardamos a decisão da família sobre o desfralde e damos sequência a esse momento na escola, com muita paciência e respeito. E, então, vamos conversar sobre o desfralde?

Obs.: Convite para famílias da escola e aberto a demais interessadas

inscrição via whats 98950-5259).